UMA NOVA POLÍTICA PARA O BRASIL
Jornalista - MTB 35079
Bacharel em Filosofia
Penso assim para a nova política brasileira, não falo em partidos políticos... Sou oriundo de família pobre, sou Militar (reserva), servi ao Exército Brasileiro e a Brigada Militar, mas nunca deixei o marcialismo de lado, porque sou Mestre de três artes marciais, tenho projetos sociais onde trabalhamos a cidadania e a sociabilização do indivíduo através das artes marciais, bem como a educação e a disciplina que falta nas escolas, mas este não é o assunto.
Como militar vivi os dois lados da política e hoje vivo o que chamam de democracia que para mim não passa de uma anarquia populista (ou seja, um desastre histórico), também sei que o militarismo que vivemos anterior a esta anarquia não fez bem para alguns (Hoje tenho minhas dúvidas)... Há um novo pensamento de centro direita no Brasil, este sim verdadeiramente libertário e humanista... Nos dias de hoje no mundo, temos três tipos de governo, a Monarquia que vira ditadura, a Aristocracia que vira oligarquia e a Democracia onde todos governam e vira essa demagogia barata que está aí ressaltando o populismo, ou seja, aquele que ama tantos os pobres, são este que os multiplica, tanto é que na Grécia, Sócrates, Aristóteles e Platão já tinham visto os defeitos da democracia e Platão era totalmente contra, por isso sou a favor do sistema de governo ser o Republicano, onde tem a monarquia a aristocracia e a democracia e nestes sistemas temos direito à vida, à liberdade, liberdade de expressão e da propriedade privada, a República anula os vícios e garante a institucionalidade do estado. Não tem os ranços e ressentimentos da esquerda nem aquele messianismo próprio daquela visão radical de não mudar o pensamento. Tampouco tem a ver com o reacionarismo historicamente imputado pela direita, identificado com interesses das elites e dissociado das necessidades e virtudes do povo. Neste meu pouco espaço de tempo aqui na terra, vi que tanto o militarismo, quanto o populismo levam a ditadura.
“A oposição de Platão à democracia explora outra tensão que aparentemente existe na teoria democrática. Tal como “monarquia” significa “governo pelo monarca”, “democracia” quer dizer “governo pelo demos”. Mas o que é o demos? Em grego clássico tanto pode ser entendido como “o povo” ou “a populaça”. No segundo sentido, então, a democracia é o governo pela populaça: o governo da ralé, do vulgo, dos sujos, dos inaptos”.
“Sócrates sobre a República: governar é estar a serviço dos governados, como um médico curando os doentes. A justiça é superior à injustiça e é preferível sofrer a injustiça do que praticá-la. Onde se pratica a injustiça, aí está a desunião e a discórdia. Onde houver justiça, aí está a felicidade”.
Como viram que o ideal seria a República Parlamentarista, o chefe de estado normalmente não tem amplas atribuições executivas, pois grande parte desses poderes é exercido pelo Chefe de Governo denominado primeiro ministro.
Hoje eu me considero pertencente a um lugar que nos dá a liberdade ao indivíduo, dá liberdade à lei e da ordem garantidos pelo Estado, forte como é onde ele deve ser, comprometido com a cidadania, inclusão social e com a sociedade e não com os grupos de interesses ou de sindicatos políticos.
Estamos em 2021, poderia falar e pedir aqui para os amigos não votar em ninguém, mas faço o seguinte pedido, analisem seus Vereadores e Deputados Estaduais, estes que trabalharam bem reeleja eles, os maus mandem embora e mudem as Câmaras de Vereadores, as Assembleias Legislativas, a Câmara Federal e o Senado colocando lá os Vereadores e Deputados que fizeram pela cidade e/ou estado e defenestrem os Vereadores, Deputados e Senadores, só assim vamos ter uma política mais limpa e talvez mais honesta... Vamos mudar a corja lá de cima, já dizia o Filósofo, se os bons ficarem quietos os maus tomam conta.

É isso Itagiba, temos que buscar políticos comprometidos com os verdadeiros interesses do povo é retirar da vida pública essa corja de oportunistas e demagogo!
ResponderExcluirTirar oportunistas, demagogos e esquerdistas radicais.
ExcluirEm quanto houver 1% de chance de uma terceira opção nas próximas eleições, temos que lutar por ela. Não podemos perder a esperança de um país descente. E se não houver uma terceira opção, que os que estejam lá sejam questionados por tudo e por todos antes de assumirem o manto presidencial.
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